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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um carinho a mais

Muita garotas, sábias, já conheciam esse poder, mas agora tem comprovação científica para convencer o resto do mundo. Em uma série de testes, o humor de voluntários que se sentiam deixados de lado melhorou após eles tocarem um urso de pelúcia, em comparação a outros que apenas olharam para o bichinho de longe.
Curiosamente, o efeito só foi observado nas pessoas que estavam se sentindo realmente rejeitadas. As que já estavam bem antes do teste não tiveram alterações significativas de humor. Segundo os pesquisadores, lá da Universidade Nacional de Cingapura, o toque do urso estimula emoções positivas em quem está deprê, e está aí “uma possível maneira de atenuar os efeitos desagradáveis da exclusão social”
Então, já sabe: levou um pé na bunda? Seu amigo trocou você por alguém mais legal? Foi demitido? Corre pro ursinho.


Sabe aquele ursinho que está jogado no armário? Agora você já sabe que ao doá-lo estará ajudando, e muito, outras pessoas!


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bebês mimados tornam-se adultos menos stressados

Os mimos dados aos bebês de alguns meses torna-os mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta, segundo um estudo publicado nesta terça-feira no Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária.
Na pesquisa realizada durante vários anos com 482 pessoas no Estado americano de Rhode Island, os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebês de 8 meses com sua mãe e seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.
Eles queriam verificar a noção segundo a qual os vínculos afetivos fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para se sair bem ante os problemas da vida.

A qualidade da interação dos bebês com suas mães aos 8 meses foi avaliada por um psicólogo, que anotou as reações de afeto e atenção da mãe. A classificação - datando dos anos 60 - ia de "negativa" à "excessiva", passando por "calorosas".
Em cerca de um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afeto maternal em relação ao bebê. Em 85% dos casos, o nível de mimos era normal, e elevado em 6% dos casos.
Essas pessoas acompanhadas foram testadas, depois, aos 34 anos, sobre uma lista de sintomas reveladores de ansiedade e hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.
Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os que foram objeto de mais carinhos aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos. A diferença chegava a 7 pontos no item ansiedade em relação aos outros; de mais de 3 pontos para hostilidade e de 5 pontos para o mal-estar.
Curiosamente, não havia diferença entre os que receberam um nível de afeto baixo e o normal. Isso poderia ser explicado, principalmente, segundo os pesquisadores, pela falta de interações verdadeiramente negativas na mostra observada.
Segundo eles, isto confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construídas cedo podem "produzir vulnerabilidades latentes", diz o estudo.

Fontes: Terra

Globo